O clássico gaúcho entre Juventude e Internacional, realizado neste sábado no estádio Alfredo Jaconi, terminou em empate por 1 a 1, em um confronto marcado pelo equilíbrio e pela forte marcação de ambos os lados.
O primeiro tempo foi truncado e sem grandes oportunidades. O Juventude iniciou pressionando a saída de bola do Inter, que teve dificuldades para organizar seu ataque e cometeu muitos erros de passe.
Ainda assim, aos 24 minutos, o Colorado conseguiu abrir o placar: em um contra-ataque rápido, Alan Patrick aproveitou falha de Nenê e marcou, dando vantagem aos visitantes.
Apesar do gol, o time da casa terminou a etapa inicial insatisfeito, mantendo mais posse, mas sem ameaçar de fato o goleiro adversário, o que provocou vaias da torcida ao fim dos primeiros 45 minutos.
Na segunda etapa, o técnico do Juventude, Carpini, tentou dar mais intensidade à equipe com alterações: colocou Ênio no lugar de Nenê e, posteriormente, Bilu e Gilberto. A mudança surtiu efeito imediato. Rafael Bilu cruzou, Gilberto desviou e Ênio finalizou para empatar o jogo, animando a torcida local.
O Inter, por sua vez, manteve dificuldades ofensivas mesmo com a vantagem inicial. A equipe tentou se reorganizar, mas não conseguiu dominar o segundo tempo. O Juventude controlava a posse, embora fosse mais fruto da ineficiência do adversário do que de jogadas bem estruturadas. Nos minutos finais, o jogo ficou mais movimentado, mas nenhuma das equipes conseguiu alterar o placar.
Com o empate por 1 a 1, o Internacional mantém a regularidade fora de casa, mas deixa escapar a oportunidade de voltar a vencer um clássico gaúcho, em uma partida que exigiu paciência e atenção defensiva do time de Ramón Diaz, que vai precisar de mais jogos para impor seu estilo de jogo.



