Uma advogada argentina teve o passaporte apreendido e passou a usar tornozeleira eletrônica após ser acusada de cometer ofensas racistas em um bar de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A medida foi determinada pela Justiça, a pedido da 11ª Delegacia de Polícia (Rocinha), que investiga o caso.
A suspeita é Agostina Paez, de 29 anos. O episódio ocorreu na última quarta-feira (14). Segundo o depoimento da vítima, a mulher teria apontado o dedo e proferido ofensas de cunho racial, chamando-o de “negro” de forma pejorativa e discriminatória.
Conforme o registro policial, a discussão começou após um suposto erro no pagamento da conta. No momento em que um funcionário do estabelecimento foi verificar as imagens das câmeras de segurança, a mulher teria imitado um macaco e reproduzido sons do animal.
Ainda de acordo com a investigação, ela também teria utilizado a palavra “mono”, termo da língua espanhola empregado de forma ofensiva para se referir a pessoas negras. O g1 e a TV Globo informaram que tentam contato com a defesa da investigada.
Fonte: g1 | Foto: g1 / Divulgação



