Ah, o Senhor “Gengiva”! Figura folclórica da fronteira, com sua sabedoria peculiar e uma visão geopolítica… digamos… singular. Imagino a cena perfeitamente: lá está ele, à beira do majestoso rio Uruguai, os braços cruzados em uma pose pensativa que talvez emulasse a de algum filósofo de boteco, contemplando a Argentina como quem observa um vizinho curioso espiando por cima do muro. E então, a pérola do seu raciocínio fronteiriço: “Não sei como...



