Recursos públicos destinados por emendas parlamentares podiam, até esta semana, ser retirados em dinheiro vivo diretamente no caixa do banco, inclusive após serem transferidos para contas de prefeituras ou empresas contratadas para executar obras e serviços. A prática, que dificultava o rastreamento do destino final do dinheiro, foi proibida por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. “Verifico que, em razão do primado da transparência, da rastreabilidade e da probidade,...



